Caro empresário brasileiro,
Você já percebeu que os influencers de marketing e vendas no Brasil nunca citam uns aos outros? Enquanto no Vale do Silício, Nova York e Londres, líderes como Neil Patel, Dave Gerhardt, Chris Walker e Morgan J. Ingram compartilham cases, se referenciam e criam uma rede de valor, aqui no Brasil impera o silêncio. Por quê? O que isso revela sobre a qualidade do que estamos consumindo — e aplicando em nossos negócios?
1. A Falta de Referências é um Sinal Vermelho
Quando um influencer brasileiro nunca cita um colega, não é humildade — é medo. Medo de ser comparado, medo de mostrar que não tem profundidade. Enquanto isso, Neil Patel (referência global em SEO e analytics) constantemente cita experimentos de Matt Cutts (ex-Head de Webspam no Google) e Ann Hadley (Chief Content Officer da MarketingProfs) como base para seus argumentos
Exemplo real: Quando Dave Gerhardt (CEO da Exit Five) explica como levou a Drift a $1 bilhão, ele cita frameworks de Kieran Flanagan (SVP de Marketing na HubSpot) e Elena Verna (Head de Growth no Dropbox). No Brasil, o discurso é sempre: “Eu fiz sozinho, meu método é único.” Isso não é inovação — é isolamento.
2. “Gurus” Brasileiros Vendem Fórmulas, Líderes Globais Vendem Resultados
No Brasil, você vê coaches prometendo “faturamento de R$ 100 mil em 30 dias” sem mostrar um case concreto, auditado, replicável. Já Chris Walker (CEO da Passetto) mostra exatamente como SaaS crescem de $10M para $100M — com relatórios, métricas e metodologia validada.
Pergunta honesta: Quantos influencers brasileiros você conhece que podem ser citados por CEOs de empresas que facturam +$100 milhões? Enquanto Morgan J. Ingram é referência para times de vendas da Google, brasileiros são referência só para quem vende curso.
3. A Bolha do “Marketing de Influencer” vs. Marketing de Resultado
Kyle Lacey (CMO da Jellyfish, ex-Salesforce) constrói estratégias de content marketing que geram pipeline de vendas mensurável. Já os influencers brasileiros focam em “engajamento” e “likes” — métricas de vaidade que não pagam contas.
Dado chocante: Hillary (Snowflake) lidera uma das maiores equipes de Account-Based Marketing do planeta, com resultados auditados. No Brasil, quem fala de ABM vende template genérico.
4. Por Que Não Há Network de Valor?
Quando Pratik Thakker (CEO da INSIDEA) ajudou 150+ marcas em 15 países, ele criou uma rede de parceiros, não concorrentes. Já no Brasil, cada um vive em seu silo, competindo por atenção em vez de construir ecossistema.
Exemplo: Nos EUA, Sarah (ex-líder de marketing B2B SaaS) compartilha orçamentos de $6M+ e pipeline gerado. Aqui, influencers escondem até quanto cobram por post patrocinado.
5. O Medo da Comparação Revela a Falta de Profundidade
Gary Vaynerchuk não teme comparar suas estratégias com Seth Godin ou Simon Sinek. Por quê? Porque ele tem resultados reais: levou a VaynerMedia de zero a $100M em 5 anos. Já os brasileiros? Focam em “vendem o sonho, não o resultado”.
Pergunta provocadora: Se um influencer brasileiro não consegue citar 3 referências globais que o influenciam, como ele pode influenciar seu negócio a crescer?
Dicas Práticas Para Identificar Quem Realmente Vale a Pena:
- Verifique as referências: Se ele não cita ninguém além dele mesmo, fuja. Líderes reais citam fontes, não fingem ser autodidatas absolutos.
- Peça cases auditados: Não adianta print de “faturamento”. Peça: quem são os clientes? Quanto cresceram? Como replicar?
- Compare com referências globais: Use a lista de Top 100 B2B Influencers (2025) como benchmark. Se seu “guru” brasileiro não está nem perto desse nível, você está pagando por performance, não resultado.
- Fuja da fórmula mágica: Quem promete “resultado rápido” sem mostrar o processo doloroso (como Neil Patel mostra em seus cursos), está vendendo ilusão.
- Teste a rede: Pergunte a 3 CEOs de empresas de +$10M se eles seguem o influencer. Se ninguém conhece, você já sabe a resposta.
Se você está cansado de seguir influencers que vendem fórmulas vazias, é hora de sacudir sua estratégia. Vamos mapear quem realmente importa no marketing global e criar um plano baseado em resultados reais, não em promessas vazias.
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